Desencanto

Não sinto mais sono,

Não choro mais em qualquer ombro

Não tenho mais sossego

Adquiri uma frieza mórbida.

 

Toda minha inquietude acabou,

Os meus sonhos se findaram,

Nada de mim sobrou.

 

Os dias passam e eu nem me atento,

Não me importo mais com nada

Já não sei mais amar

E nem quero mais tentar.

 

Sou aquela estrela que por milhões de anos brilhou

Mas por um mero desencanto, não mais o fez.

Por não querer e não mais poder.

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                  Felipe Andrade, 26/11

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~ por andraforle em dezembro 17, 2010.

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